UMA NOITE APIMENTADA COM LUCRÉCIA

Por: Danilo Santos

Chego do trabalho. A casa está escura. Pela penumbra do crepúsculo, vejo Lucrécia. Não está despida, mas as curvas das suas coxas aguçam meu apetite. Abro uma gaveta e retiro dela um maço de velas. Acendo sobre a mesa. Lucrécia se faz de difícil e corre. Eu corro atrás. Suas suculentas coxas lhe proporcionam habilidades de movimentos extraordinários. Meu apetite só aumenta. 

Agarro Lucrécia pelo pescoço. Ela continua se fazendo de difícil. Minhas fortes mãos a faz ceder, até não mais ter forças para resistir. Começo a despí-la. Pele branca. Suculentos peitos. Suculentas coxas. Após despí-la todinha, jogo-a sobre a mesa. Está calor. Retiro a minha camisa. Alguém bate à porta. Faço silêncio. Não quero ser interrompido. O penetra vai embora. Minha fome em Lucrécia aumenta. Toda despida sobre a mesa. Inicio as preliminares, passando-lhe óleos que tornam sua pele mais apetitosa, macia. A carne ainda está quente. Abro as coxas de Lucrécia. Introduzo o necessário para uma noite apetitosa. 

Tudo está acabado. Levo a minha franga Lucrécia ao forno, após temperá-la. Estou com muita fome. Demitido do trabalho, endividado, sem ter o que comer, aluguel atrasado, cortaram minha energia elétrica. Lucrécia foi minha única saída para saciar a fome do dia. Amanhã não sei o que irei comer. Não sou bom cozinheiro. Coloquei muita pimenta no prato desta noite. Um dia serei rico como Christian Grey. Por enquanto, o balcão de emprego da prefeitura é meu destino presente.   

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